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Um futuro de sucesso pode ser desenhado sempre, a partir de qualquer momento. É pelo "Reino dos Sensos" que tento provocar você a construir esse futuro, com o emprego dos nove sensos.
Eles nasceram em programa de três sensos, criado no Japão, depois passaram a ser conhecidos como Programa 5S e atualmente são nove os sensos. Outros sensos já estão nascendo e se consolidando.
É certo que, pelo caminho, você encontrará céticos que dirão que outros seguiram a mesma estrada e fracassaram. Dirão que sua empreitada será inútil. Tenha a certeza de que haverá quem plante desconfiança, descrédito e medo no seu caminho.
Quantas pessoas, inventores e empreendedores de sucesso já passaram por isto?
A escolha é sua. A hora pode ser agora. Eu desejo a você uma boa caminhada!

quarta-feira, 28 de março de 2018

Treinamento “In Company”: Reinos dos Sensos

Um programa motivacional à luz dos conceitos dos nove Sensos, no formato de 12 palestras dinâmicas.



Quando o conceito dos Sensos se espalha pela empresa, é sinal de que a filosofia, em si, impregnou os colaboradores em sua circulação sanguínea e mente, fazendo-os transmitir os sensos em suas atitudes na vida corporativa e social. Plantar as sementes de Boas Práticas em organizações deste tipo é algo natural. O terreno foi devidamente preparado... Apresentar os Sensos e facilitar seu entendimento, pode ser o primeiro passo de uma nova política e de uma grande transformação.

Por que falham os programas?

Programas da qualidade mirabolantes, muitas vezes, são apresentados como solução única e definitiva. Muitas das vezes também a implantação de tais programas é oferecida em “pacotes prontos e rápidos” com embalagens de “sucesso garantido”. Aí pode residir a primeira resposta da questão “por que falham os programas?”. 

Até mesmo programas da qualidade de conceituada reputação podem fracassar, quando os implantamos em tempo aquém daquele razoável para a maturação de cada uma de suas etapas. Não é diferente em nossa vida pessoal quando recebemos propostas de uma “nova e maravilhosa vida” apenas com o estalar dos dedos... 

...Por melhor que sejam as intenções de terceiros, é nossa responsabilidade definir a estratégia que nos levará ao sucesso. Como fazer? A aplicação dos sensos pode ajudar, sem dúvida!


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O Mal em Pequenos Detalhes


Pequenos detalhes, no tocante à desordem que cercam as pessoas podem causar danos às suas vidas.
A desordem que nos cerca não só atrapalha nossas operações, como pode nos causar prejuízos de saúde e de segurança. A quem diga que nosso sucesso pessoal fica limitado quando estamos em ambientes desorganizados e até atraímos energias vibratórias negativas.
O livro “Reino dos Sensos” nos conduz a várias análises e reflexões. Uma delas, simples:
É possível que você conheça alguém que se encaixe em uma ou mais das características a seguir?
  • Tenha bolsas e mochilas contendo recibos antigos, prospectos ultrapassados de anúncios, embalagens de balas, rascunhos velhos e outras coisas mais?
  • Mantenha em suas casas uma pia de cozinha com talheres, pratos, panelas e outros utensílios sujos de refeições passadas.
  • Possua camisetas, saias, calças, calçados e outras vestimentas sem uso que apenas ocupam o espaço dos armários?
  • Tenha remédios e alimentos estocados e esquecidos fora do prazo de validade?
  • Permita que os alimentos estraguem na geladeira com frequência?
  • Tenha encontrado um recibo muito importante, somente após o momento crítico no qual ele se mostrava imprescindível?
Não permita que o mal encontre seu melhor ambiente em pequenos detalhes.

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O acúmulo e o aprisionamento perverso de seres.

Embora o livro seja uma ficção que nos leva a pensar sobre a importância dos Sensos em nossa vida pessoal, profissional e nas empresas, eu busquei na vida real exemplos tristes e até perversos de verdadeiros casos de distúrbios, bem retratados no campo da medicina. Um deles é o caso da personagem “Haorda, a viúva”. No livro, uma “... viúva obsedada que tinha em seu casebre uma enorme quantidade de animais de estimação, entre gatos e cachorros, sem qualquer condição de alimentá-los e mantê-los adequadamente. Embora conhecida na aldeia como protetora dos animais, tinha nos cômodos da casa alguns animais mortos e outros muito doentes”.

Este personagem e o ambiente no qual ele é retratado realmente foi vivenciado na prática por agentes do governo que constataram o problema do acúmulo em graus elevados de um distúrbio conhecido como Disposofobia. Por outra ótica: Estamos sendo “aprisionados” por aqueles que se consideram nossos verdadeiros donos? Estamos sem receber o verdadeiro carinho e o necessário “alimento” que precisamos para ser felizes?

Assim lembra a ficção: Não permitamos que, por nosso descuido, Shogai* tome conta de nossas vidas e nos aprisione.

* O Espírito da Desordem

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O trabalho "O acúmulo e o aprisionamento perverso de seres."
de Carlos Santarem
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Sobre Shogai, o “espírito da desordem”

Do livro, para refletir, sobre Shogai, o “espírito da desordem”.

“A verdade é que a expulsão de Shogai, no universo do reino, nunca será definitiva. Ele e seus soldados transitam pelo invisível provocando incursões a qualquer descuido. Alguns soldados de Shogai conseguem se aproximar das pessoas, sugam suas substâncias vitais e assumem seus corpos dando vazão a seus mais baixos interesses. Com isto, sem serem percebidas, tais pessoas possuídas promovem e se beneficiam com a desordem”. 

Nas empresas, eventualmente encontramos aquela pessoa única capaz de encontrar as coisas, as quais, geralmente, estão guardadas em lugares inusitados; só conhecidos exatamente por aquela pessoa. Um tempo enorme de busca, muitas pessoas envolvidas e um estresse desnecessário criam um clima de desgaste só desfeito quando o documento é encontrado, na maioria das vezes, por aquela pessoa. Ela tem o poder da informação de onde está o que se procura e se beneficia disso. Este perfil de colaborador deve ser identificado e tratado em nome do sucesso do programa. 

Na vida pessoal, a interdependência é um fator de enriquecimento em todos os sentidos. No entanto, ela não pode nos conduzir à despersonalização.

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de Carlos Santarem
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segunda-feira, 29 de agosto de 2016

Soseiki Mifui

Um dos personagens do livro é Soseiki Mifui. Transportando esta figura para a vida real, Soseiki Mifui representa aqueles colaboradores de nível gerencial que, por razões das mais diversas, abandonam os projetos, sem que possamos conhecer suas razões. Muitas vezes, são eles que, no passado, estimularam a implantação de programas da qualidade. E você? já conheceu algum Soseiki Mifui?